Quarta-feira, 13 de Julho de 2011

!A Fazenda da Esperança tornou-se um santuário moderno de Evangelização"

É o lugar “onde a Esperança tem nome” 
A Fazenda da Esperança é uma “Escola de Vida”, onde “drogados e os alcoólicos se libertam do seu vício e terminam os seus dias em paz com Deus e com os homens; os assaltantes e os ladrões redescobrem o sentido do trabalho e da justiça; os homens e as mulheres encontram aqui uma nova relação com Deus, que os liberta da miséria.”                                                                                                           

  A Fazenda da Esperança tornou-se um santuário moderno de Evangelização. Ela acolhe quem não encontra Deus num santuário tradicional, mas encontra a Igreja por meio da vida comunitária e do Evangelho. Também os parentes e amigos vêm indirectamente a este santuário. É o regresso à vida.”                                                                                                               
Dom Bernardino Marchiò[1]


[1] Dom Bernardino Marchiò é bispo da Diocese de Caruaru, PE, e carinhosamente é chamado por todos de Dom Dino. Acompanha a Fazenda da Esperança desde os primeiros anos da sua fundação, quando ainda era padre e trabalhava na Diocese de Palmares, PE. Depois de ordenado bispo continuou este trabalho de acompanhamento sendo reconhecido como o “Bispo das Fazendas”, seja ao interno das Fazendas, seja fora, sobretudo entre os bispos em cujas dioceses acolheram esta Comunidade.
As famílias e os amigos dos internos na Fazenda da Esperança, em muitos casos são pessoas afastadas da Igreja e com as frequentes visitas acabam por descobrir também algo novo e fazem uma experiência de Deus- Amor.

Sexta-feira, 8 de Julho de 2011

A “Terapia do Amor” proposta por João Paulo II

“Toxicodependência e alcoolismo são contra a vida. (...) Frustram a pessoa precisamente na sua capacidade de comunhão e de dom. Tudo isso é particularmente grave no caso dos jovens. Com efeito, a idade deles é a que se abre para a vida, é a idade dos grandes ideais; é o período do amor sincero e oblativo. (...) Eis o amor! 
Aos toxicodependentes, as vítimas do alcoolismo, às comunidades familiares e sociais, que tanto sofrem por esta enfermidade dos seus membros, a Igreja no nome de Cristo propõe, como proposta e alternativa, a terapia do amor: Deus é amor, e quem vive no amor realiza a comunhão com os outros e com Deus. “Aquele que não ama permanece na morte” (1 Jo 3,14). Mas quem ama saboreia a vida e nela permanece. 
Não se combatem, caros irmãos, os fenómenos da droga e do alcoolismo nem se pode conduzir uma eficaz acção para a cura e a recuperação de quem é deles vítima, se não se recuperarem preventivamente os valores humanos do amor e da vida, os únicos que são capazes, sobretudo iluminados pela fé religiosa, de dar significado pleno a nossa existência.”

[1] JP II, Insegnamenti, XIV/2, 1991, 1252.