Aos toxicodependentes, as vítimas do alcoolismo, às comunidades familiares e sociais, que tanto sofrem por esta enfermidade dos seus membros, a Igreja no nome de Cristo propõe, como proposta e alternativa, a terapia do amor: Deus é amor, e quem vive no amor realiza a comunhão com os outros e com Deus. “Aquele que não ama permanece na morte” (1 Jo 3,14). Mas quem ama saboreia a vida e nela permanece.
Não se combatem, caros irmãos, os fenómenos da droga e do alcoolismo nem se pode conduzir uma eficaz acção para a cura e a recuperação de quem é deles vítima, se não se recuperarem preventivamente os valores humanos do amor e da vida, os únicos que são capazes, sobretudo iluminados pela fé religiosa, de dar significado pleno a nossa existência.”
[1] JP II, Insegnamenti, XIV/2, 1991, 1252.
0 comentários:
Enviar um comentário