Sexta-feira, 8 de Julho de 2011

A “Terapia do Amor” proposta por João Paulo II

“Toxicodependência e alcoolismo são contra a vida. (...) Frustram a pessoa precisamente na sua capacidade de comunhão e de dom. Tudo isso é particularmente grave no caso dos jovens. Com efeito, a idade deles é a que se abre para a vida, é a idade dos grandes ideais; é o período do amor sincero e oblativo. (...) Eis o amor! 
Aos toxicodependentes, as vítimas do alcoolismo, às comunidades familiares e sociais, que tanto sofrem por esta enfermidade dos seus membros, a Igreja no nome de Cristo propõe, como proposta e alternativa, a terapia do amor: Deus é amor, e quem vive no amor realiza a comunhão com os outros e com Deus. “Aquele que não ama permanece na morte” (1 Jo 3,14). Mas quem ama saboreia a vida e nela permanece. 
Não se combatem, caros irmãos, os fenómenos da droga e do alcoolismo nem se pode conduzir uma eficaz acção para a cura e a recuperação de quem é deles vítima, se não se recuperarem preventivamente os valores humanos do amor e da vida, os únicos que são capazes, sobretudo iluminados pela fé religiosa, de dar significado pleno a nossa existência.”

[1] JP II, Insegnamenti, XIV/2, 1991, 1252.

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